segunda-feira, fevereiro 09, 2009

A VIDA É UM BICHO MAU?


Quantas famílias se sentam à mesa assim, neste mundo? Neste momento?

Quantas não trocam uma única palavra? Ou porque pensam no terrível dia que tiveram, porque não se falam ou nos tempos terríveis que se seguem?

Porquê?

Porque é que milhares carregam fardos às costas durante a vida toda?

Porquê?

Porque é que milhões de pessoas se deixam estar em ambientes horríveis só porque já estão acostumadas? Será que pensam que não há fugas para a felicidade?

Porquê?

Será que as pessoas julgam que vivem duas vezes? Será que acham que não têm direito à felicidade?

Porquê?

Será que alguma vez é tarde para mudar tudo?

Será?

Porquê?

Atirem-se à vida de braços abertos.

Medo?

Sim, acredito que sim.

Mas será que ele é assim tão forte para não deixar VIVER?

Porquê?

Afinal, só se diz que fulano ou sicrano é corajoso quando combateu medos.

Combatam!

Lutem!


16 comentários:

tronxa disse...

o problema de mta gente é gostarem de "chorar de véspera"...

eu sou o irmao k ganha o estrume!! mm kd as coisas correm mal, acho k é por uma boa causa e tento apanhar o lado bom da coisa!!

ehehehe

bjnhssss de boa semana

Bernardo Moura disse...

Eu também tento.

Bjs

Anónimo disse...

"Quantas famílias se sentam há mesa assim..."
...Não é "Há mesa" mas sim "à mesa"...
Vou ali, já venho!

renata disse...

tou farta de lutar e levar e levar com mais problemas, olhar a volta e perguntar para ké continuar a existir?? existir para isto mais vale morrer, mas n th coragem para o fazer...

JC disse...

Há mesa ou não, cada vez há menos diálogo entre as pessoas que compõem as famílias, ou porque o dia nã correu bem no trabalho, ou porque há uma renda em atraso, ou porque não há dinheiro para comprar os bens essenciais, ou porque não há dinheiro para ir ao médico. Um sem número de coisas leva a que as pessoas se distanciem cada vez mais umas das outras.
A sociedade esta cada vez mais descaracterizada. O conceito de família está a esvair-se.
É urgente que os governos, as institiuções, as pessoas e todos os agentes se lembrem que a família é a célula da sociedade.
Belo texto e grande alerta o que nos deu hoje para poderms comentar.
Um abraço

Anónimo disse...

Um diálogo sobre autopiedade por PAULO COELHO

- Bernard Shaw é que está certo. Ele afirmou que as pessoas têm um prazer mórbido de passar todos os dias queixando-se das condições em que vivem. Penso como ele: os verdadeiros homens e mulheres são os que criam as condições ideais nas suas vidas.

- Como?

- Um chinês, há milhares de anos, já escreveu sobre isso: respeitando cinco pontos. Entretanto, antes de falar destes cinco pontos, é preciso saber que o ponto de partida é tendo respeito por si mesmo e focando o que se deseja.

- Como sabemos o que desejamos?

- Quando nos sentimos bem ao realizar determinada tarefa. Portanto, tudo o que nos faz perder o entusiasmo e o respeito por nós próprios é nocivo, mesmo que se ganhe poder, dinheiro, ou sucesso. Já vi muita gente sendo sufocada pelo sucesso, cometendo erros que terminavam destruindo o trabalho de anos, entregando-se a bebedeiras monumentais ou se tornando-se agressivos, rigorosos e amargos. Estas pessoas estão longe de si mesmas, e longe dos outros.

- Voltemos ao chinês.

- O chinês escreveu um livro sobre a guerra, mas os cinco pontos que ele relaciona, aplicam-se a qualquer tarefa realizada pelo ser humano.

“O primeiro item: a lei da vontade. Acabamos de falar sobre ela: só devemos fazer aquilo que realmente enche o nosso coração de entusiasmo. Se deixarmos isso de lado, se adiarmos o momento de viver o que sonhamos, perdemos a energia necessária para qualquer transformação importante em nossas vidas. Alguém já disse, apropriadamente: “eu não conheço o segredo do sucesso – mas o segredo do fracasso é tentar sempre fazer a vontade dos outros.

“O segundo item: a lei das estações. Assim como uma guerra travada no inverno exige um comportamento e um equipamento diferentes de uma guerra no verão, o ser humano precisa aprender a respeitar suas próprias estações, não tentando agir quando for o momento de esperar, não tentando esperar, no momento de agir.

“O terceiro item: a lei da geografia. Uma batalha em um desfiladeiro é diferente de uma travada no campo: da mesma maneira, só consegue condições favoráveis a pessoa que presta atenção ao que está acontecendo à sua volta, ao espaço que está ocupando, o que tem que fazer para ir mais adiante, onde pode ser encurralada, como poderá escapar, se for preciso recuar um pouco.

“O quarto item: a lei dos aliados. Ninguém consegue lutar sozinho; são necessários amigos que nos dêem força na hora em que precisarmos, gente que nos aconselhe sem medo do que vamos pensar. Como diz um poeta”, nenhum pássaro pode voar alto, se usar apenas suas próprias asas.”

“Finalmente, o quinto item: a lei da criatividade. Só existe uma maneira de entender as coisas: quando tentamos mudá-las. Nem sempre conseguimos, mas terminamos aprendendo, porque buscamos um caminho não percorrido – e o mundo está cheio destes caminhos. O problema é que todos têm muito medo das florestas virgens, dos mares nunca navegados, já que o desconhecido dá a sensação de que podemos nos perder.

“Mas ninguém se perde – porque a mão de Deus misericordioso sempre está sobre a cabeça dos homens e mulheres corajosos, os que ousam ser diferentes, porque acreditam em seus sonhos.“

Bernardo Moura disse...

Anónimo,
"Vou ali, já venho!"
Não voltavas que era o melhor que tinhas feita.
Em vez de prestares atenção ao tema foste propositadamente à procura de um erro e sinceramente não tenho paciência para gente como tu.
Vai e não voltes.

Bernardo Moura disse...

Amiga Renata,

VIVE!

Bernardo Moura disse...

Amigo JC,
a situação actual é mesmo essa, triste.
Obrigado!

Ab

Bernardo Moura disse...

Anónimo,
eu conheço Paulo Coelho e não aprecio este tipo de copy/paste armados ao pingarelho.
Os problemas existem. Devem ser falados e não camuflados.

tronxa disse...

ehehehehehehehehe

gosto destes anónimos que se armam aos cágados sob a carapaça da cobardia!!

são os reis lá da terra!!

Bernardo Moura disse...

De que terra?

LOL

tronxa disse...

nao sei... la da deles.. onde eles pensam ser reis...

(barriga?? será??)

Bernardo Moura disse...

Pois a terra.
Onde o lodo é em abundância.
Pois.

renata disse...

vou tentar fazer ixo...
obg bjs

Bernardo Moura disse...

FORÇA!

:)

Bjs