sábado, junho 02, 2007

POEMA


A Lua estava cheia,
O silêncio era quebrado
Pelo som dos sapos,
Que estavam algures num riacho.
Deixei-me estar parado.
Olhava apenas para o céu,
Pensava,
Que beleza,
Que bom,
Que previlegio.
Não corria nenhuma brisa,
A temperatura amena.
Não quis sair dali.
E ali fiquei parado,
Durante horas,
Sentado.
Olhando..

6 comentários:

Anónimo disse...

Está lindo!!!! Parabéns...
Ainda bem q estamos a repartir a mesma noite magnifica...

Bernardo Moura disse...

É verdade!
Bjs

Sarracenia purpurea disse...

Muito soft :) gostei!
Beijos***

Bernardo Moura disse...

Foi feito de "flash"!
Beijos

RIC disse...

É absolutamente imperioso que nos concedamos mais momentos assim... Para estar connosco e com o Universo...
Parabéns!
Abraço! :-)

Bernardo Moura disse...

É verdade!
Concordo totalmente contigo!
Grande abraço