sexta-feira, maio 25, 2007

POEMA


Ó Sol de Maio, onde estás?
Estou à tua espera.
Adormeceste?
Levanta-te e vem-me fazer companhia.
As águas já tiveram o seu tempo.
Agora é a tua vez.
Não te sintas envergonhado.
Afinal não estás a tirar o lugar a ninguém.
As águas não ficam tristes,
Elas sabem que é a tua vez.
Só cá estão porque tu ainda não apareceste.
Vá,
É altura de te levantares.
Não sejas preguiçoso.
Vais ver,
Quando te levantares e ficares bem acordado
Vais-te sentir bem.
Ninguém se vai sentir deslocado.
E tu,
Tu serás o Astro Rei!

2 comentários:

GMaciel disse...

Ai, Bernardo, que o Sol te ouça porque estou a ficar neura com esta escuridão... (snif...snif)
Adorei o poema. Valeu!
jocas grandes

Bernardo Moura disse...

Espero que sim!
Obrigado!
Beijos