quinta-feira, abril 12, 2007

ESTRANHO POEMA


Estranhas.
Estranhas personalidades me aparecem.
Estranhas situações me aparecem.
Estranhas atitudes têm,
Estranhas pessoas.
Que estranhos olhares têm.
Que estranhas posições tomam.
Que estranhas conversas dialogam.
Estranho é ser tudo tão
Estranho.
Estranho o facto de
Existir tanta coisa estranha,
Num curto estranho período
De tempo.
Estranharei sempre
Estas coisas estranhas
Que estranhamente me
Acontecem, nas alturas
Mais estranhas.

4 comentários:

Sofia Formozem disse...

Parece-me que estás a entranhar a poesia!
O meu professor de arte dizia: primeiro estranha-se e depois entranha-se...
Brincas bem com as palavras!
Gostei muito do teu poema.
Beijos

Bernardo Moura disse...

Muito obrigado!
Beijos

Anónimo disse...

Porra.
COPÍASTES O PROGRAMA DA RTP1 sobre a entrevista do SENHOR ENG.
Tem SANTA PACIÊNCIA , estou pelo pescoço.
touaqui42

Bernardo Moura disse...

Caro Touaqui42,
eu não vi a entrevista, nem nenhum programa sobre o assunto.