terça-feira, agosto 19, 2008

POEMA? TALVEZ..


Preciso do Sol
Sei que ele precisa de mim,
Para eu precisar de ele.
Somos companheiros.
Cúmplices.
Trocamos necessidades, afectos e sonhos.
Viajamos juntos.
Procuramo-nos constantemente.
Sempre que nos desencontramos,
A tristeza agarra-nos.
Lutamos juntos contra ela e vencemos.
Cúmplices.
Sempre eternamente.

11 comentários:

Armindo Guimarães disse...

Embora aprecie, devo confessar que não entendo nada de poemas no que se refere às suas construções institucionalizadas.
Contudo, sou daqueles que às vezes vejo um belo poema numa qualquer prosa.
Este poema, sem título mas que eu daria o de “Cúmplices”, é exemplo disso.
Venham mais!
Abraços

Maria disse...

Caro Bernado, PF não se esqueça do protector... solar. Factor muitos, de preferência, pois de cu ao leu a torradela é certa :)

Abraços de Verão

PS: espero que não leve a mal o cu-mentário!

Bernardo Moura disse...

Caro Armindo,
obrigado pelas simpáticas palavras. Francamente eu também pouco seu das "construções" de poemas, apenas escrevo o que na altura me veio à cabeça.
Ab

Bernardo Moura disse...

Querida Maria,
irei claro precaver-me com um bom protector. Não quero ter o cu vermelho como se tivesse passado por um assador! :)
Bj

BlueVelvet disse...

Também sou como tu: não passo sem sol.
Fico com uma neura daquelas...:(
Beijinhos com raios de sol

miriamdomar disse...

Gostei do poema solarengo!
Gostei da cumplicidade!
Pena que o sol se esconda, mesmo no verão!
Beijos solarengos

Anónimo disse...

A mulher diz:
Tens que dizer ao nosso filho para não casar com aquela Bruxa!!!!!

O marido responde:
Eu não digo nada porque quando foi a minha vez ninguém me avisou !!

touaqui42

Bernardo Moura disse...

Querida BlueVelvet,
estou finalmente de férias e esteve um Sol fantástico! :)
Viva o Sol!

Bjs

Bernardo Moura disse...

Querida Miriamdomar,
é verdade. O Sol esteve muito tempo escondido mas parece que agora nos vai fazer companhia por uns bons dias! :)

Bjs

Mazé Silva disse...

Belo poema, apesar da simplicidade que o autor escreve de forma coloquial nos repassa sentimentos de cumplicidade e de superações.

Bela ilustração onde está explicita a palavra chave desse poema, entendo eu assim.

Parabéns ao Bernardo Moura. Imagine se soubese e entendesse de poemas como dizes que não, seriam todos merecidamente brilhantes.

Beijos!!!

Mazé Silva

Bernardo Moura disse...

Querida Mazé Silva,
obrigado pelas amaveis palavras!
O que sinto e sei é que estou mesmo muito longe de ser considerado poeta. Faço tentativas, isso sim. Não me envergonho de partilhá-las porque gosto de ter "feedback" sobre o que escrevi.
Vou tentando. :)

Bjs