quinta-feira, junho 04, 2009

As coisas que eu podia escrever..

Num planeta onde milhares de ideias correm pelos cérebros dos 6 biliões de humanos, eu não tenho tido nenhuma suficientemente interessante para partilhar com os leitores deste humilde blogue. É algo que me entristece, pois gostava de manter uma certa actividade de post`s, como vinha fazendo de há uns tempos para cá, mas a imaginação deste sujeito que vos escreve está pouco fértil.
Pensei escrever sobre as rotas de migração dos melros, mas depois de ponderar quatro horas achei que era melhor não postar nada, pois era capaz de levar uma carga de porrada das pessoas que me são mais próximas, justificada pelo facto de terem mais o que fazer do que estar a ler sobre a migração dos melros inventada por mim.
Pensei escrever poesia, mas não achei correcto estar a encher os leitores de azia.
Pensei escrever sobre a intensa e volumosa transição dos átomos micro-galácticos das centopeias brasileiras, mas achei que o texto iria ficar longo demais e não o fiz.
Pensei escrever sobre a morte da bezerra, mas já é muito conhecida e arriscava-me a levar com um vaso na cara.
Até que me lembrei.
Vou escrever sobre a origem do fungo maltivoides da antircia matria potri corni-namio vuscala e respectiva reprodução, feita entre os hemisférios e os transférios.
Então, pois bem.
O fungo maltivoides da antircia matria potri corni-namio vuscala é originário da ilha Lambislau a sul da fronteira do transfério nor-nordeste com o hemisfério su-sudeste, zona esta extremamente vulcãnica e muito propicia para a formação de fungos e laranjas amarelas.
O fungo maltivoides da antircia matria potri corni-namio vuscala tem um sistema de reprodução muito, mas muito pouco complexo. Diria, chato. A fêmea é macho e por conseguinte simula uma relação sexual a dois patética. Ouvem-se uivos, rusnares e até gemidos de cabra cega enquanto esta/este se reproduz. Reprodução esta que se resume à expulsão de um novo fungo e três nanosegundos pelo nariz. Faz parte da personalidade deste fungo, palermoide, querer parecer-se com outros, e.. meus amigos.. é ridiculo!
Até ao preciso momento existem entre dez e doze fungos maltivoides da antricia matria potri corni-namio vuscala a viver no Alentejo. Toda a gente os conhece. Toda a gente os ignora. São chatos. São fungos. Fungos estes que sabem que basta uma "noz" de creme CANESTENE para irem todos ca granda p***-que-os-pariu!

9 comentários:

tronxa disse...

para quem estava com falta de imaginaçao.... nao te saiste nada mal!!

benvindo ás andanças blogosfericas!!

bjnhssss

Alexandre disse...

Admito que não li os três últimos parágrafos. LOL

Bem vindo de volta, Bernardo.
E que essa forte imaginação volte rapidamente.

Escreve sobre o que queres e sobre as coisas com que te sentes melhor.
Os leitores poderão não gostar, ignora.
Olha só gosta quem vê.
Existe liberdade de escrita!
Todos os leitores têm de aceitar o teu método de escrita.
Espero que voltes com a tua escrita esplêndida e que de certeza ninguém irá odiar (só se houver algum invejoso por aí)
Os teus leitores assíduos precisam da tua maravilhosa escrita :)


Abraço

Horushu disse...

Hmmm... ok, vcs ainda estão muito chateados.;)

António Sabão disse...

Bom texto! Não percebi mas gostei! lol

Abraço

Bernardo Moura disse...

Amigo Horushu,
"Hmmm... ok, vcs ainda estão muito chateados.;)". Chateados com o quê?

LOL

Grande abraço

Bernardo Moura disse...

Amigo Sabão,
"..Não percebi mas gostei!".

Ainda bem!!!!

LOLOLOL

Ab

Bernardo Moura disse...

Amigo Alexandre,
"Os teus leitores assíduos precisam da tua maravilhosa escrita :)".

És muito simpático!

Grande abraço

Bernardo Moura disse...

Amiga Tronxa,

gracias! LOL

:)

Bj

Horushu disse...
Este comentário foi removido pelo autor.