vídeo produzido por Li (OLÁ!!)
sábado, junho 19, 2010
quarta-feira, junho 09, 2010
NÃO ESTÁ ESQUECIDO
O blog não está esquecido. :)
Espero que gostem da música..
DAVID GILMOUR - " SONNET 18 "
sexta-feira, maio 28, 2010
HORA DO LOBO
Tenho que dormir. Tenho absolutamente que dormir.
Detesto ter que dormir. O ter é que me lixa.
Eu quero dormir, não quero ter que dormir.
Assim não consigo.
Nem sei as horas. Deve ser tarde. Ou não.
Não sei o que diga.
Tenho que dormir.
Mas não quero.
Porque o mundo vai continuar sem mim enquanto durmo, e eu quero estar aqui.
O sono é o ladrão das horas. Alguém vai morrer enquanto durmo, e eu vou ignorar esse facto.
Alguém vai nascer e eu não vou saber.
Alguém, nalgum lugar, vai precisar de mim mesmo não sabendo que aqui estou.
E eu quero estar desperta, mesmo sendo isso inútil.
Não me peçam para dormir.
Fiquem ao pé de mim e falemos de nadas.
Falemos daquela vez que encontrámos um rebuçado no bolso das calças e que soube tão bem porque não sabíamos que o tínhamos.
Ou de quando lemos aquele livro que, não sabemos como, era sobre nós.
Falemos de quando estávamos doentes e a nossa mãe nos trazia leite morno e banda desenhada ao quarto, e de como era bom dormir com os cobertores chegados ás costas.
Falemos.
Façamos.
Não me apetece dormir.
Que horas são?
sexta-feira, maio 21, 2010
quinta-feira, maio 20, 2010
QUE DESGOVERNO É ESTE?
Bem, a "Moção de Censura" que o PCP "lançou" e bem, tem de ter o apoio dos restantes partidos políticos. Se não tiver, penso que posso passar um atestado, aos mesmos, de cumplicidade com o desgovernado governo PS.Hoje, vem a público que as penalizações aos portugueses serão já no próximo mês de Junho e não no de Julho, que também seria catastrófico.
Não percebo a cabeça destes seres. Vão avançar com o TGV e restantes obras, quando não há a mínima das possibilidades financeiras para tal?!? É o mesmo que eu começar a comprar tudo o que me desse na cabeça e depois justificava-me, às pessoas que ficaria a dever dinheiro, dizendo: "Não posso parar, tenho de andar para a frente."!?!
São loucos!
terça-feira, maio 18, 2010
VIVER DESPENTEADA(O)
O mundo é louco, definitivamente louco.
O que é bom, engorda. O que é lindo, é caro.
O sol que ilumina o teu rosto, enruga.
E o que é realmente bom nesta vida, despenteia...
- Fazer amor - despenteia.
- Nadar - despenteia
- Saltar - despenteia.
- Tirar a roupa - despenteia.
- Brincar - despenteia.
- Dançar - despenteia.
- Dormir - despenteia.
- Beijar com ardor - despenteia.
É a lei da vida: Vai estar sempre mais despenteada(o) a mulher ou o homem que decide andar na montanha russa, que decide subir...
Por isso, a minha recomendação a todas as mulheres e homens: entrega-te, come coisas boas, beija, abraça, dança, apaixona-te, relaxa, viaja, salta, dorme tarde, acorda cedo, corre, voa, canta, admira a paisagem, aproveita, e acima de tudo:
Deixa a vida despentear-te!!!!
O pior que pode acontecer é que precises de te pentear de novo...
*Recebido por email.
segunda-feira, maio 10, 2010
ESTAMOS NAS MÃOS DE LOUCOS
Alguém consegue perceber este governo?
Alguém consegue perceber este PEC?
Alguém consegue perceber este Sócrates?
Eu não.
Vão aumentar os impostos? O IVA para 22%?
Vão retirar uma percentagem do subsídio de Natal de todos os trabalhadores portugueses?
É assim que vão resolver o défice?
Mantendo os projectos megalómanos, melhor fazendo construções megalómanas, como a construção da linha do TGV, a construção da terceira ponte sobre o Tejo e um novo aeroporto?
Será, também, gastando rios de dinheiro para receber o Papa Bento XVI, quando falam tanto num Estado laico? Ou em eventos sem interesse?
Se estas medidas forem adiante, vamos assistir e sentir a falência do Estado português.
A teimosia desgarrada do actual Primeiro-Ministro vai colocar Portugal numa posição ainda mais grave do que a da Grécia. E o que podemos fazer para impedir isto? Podemos fazer muito, é preciso é agir de forma a travar estes loucos.
sábado, maio 08, 2010
terça-feira, maio 04, 2010
quarta-feira, abril 28, 2010
UNIDOS PELO "PEC"
sexta-feira, abril 23, 2010
TOMAA!!

Seria óptimo que um macaco destes trabalhasse na Assembleia da República.
Imaginem-no sentado ao lado do Presidente da Assembleia da República. Cada vez que o presidente precisasse de advertir algum deputado, ministro ou primeiro-ministro olhava para o bichito, com ar sério. O macaco caminharia com um semblante de quem não deve nada a ninguém, calmamente, o silêncio reinava na assembleia, aproximava-se de quem tinha de ser advertido e.. Trauu!! dava com o pau nas nádegas do meliante que não estava a permitir o bom funcionamento do estaminé!
As regras seriam seguidas à risca.
Seria muitíssimo mais divertido ver o canal AR.
Portugal passaria a ser um país diferente.
ATENÇÃO: EU SOU CONTRA QUALQUER TIPO DE VIOLÊNCIA.
quarta-feira, abril 21, 2010
A CONCLUSÃO É GENIAL...

"O sujeito chama se Marc Faber. Leia até o final
- Ele é Analista de Investimentos e empresário. Em Junho de 2008, quando o Governo Bush estudava lançar um projecto de ajuda à economia americana, Marc Faber encerrava o seu boletim mensal com um comentário bem-humorado: "O Governo Federal está concedendo a cada um de nós uma bolsa de U$ 600,00. Se gastarmos esse dinheiro no supermercado Walt-Mart, esse dinheiro vai para a China. Se gastarmos com gasolina, vai para os árabes. Se comprarmos um computador, vai para a Índia. Se comprarmos frutas e vegetais, irá para o México, Honduras e Guatemala. Se comprarmos um bom carro, irá para a Alemanha ou Japão. Se comprarmos bugigangas, irá para Taiwan... E nenhum centavo desse dinheiro ajudará a economia americana. O único meio de manter esse dinheiro na América é gastá-lo com prostitutas e cerveja, considerando que são os únicos bens ainda produzidos por aqui. Estou fazendo a minha parte..."
- Resposta de um português igualmente bem humorado: "Realmente a situação dos americanos parece cada vez pior. Lamento informar que, depois desse seu e-mail, a Budweiser foi comprada pela Central de Cervejas... portanto, restaram apenas as prostitutas. Porém, se elas (as prostitutas) repassarem parte da verba para seus filhos, o dinheiro virá para Lisboa, onde existe a maior concentração de filhos da p*** do mundo.""
terça-feira, abril 13, 2010

ÀVOLTAKÁTESPERO
Até à morte
Antunes Ferreira
A coisa começara por um acaso, como muitas acontecem. O Chico Rodrigues, o Chico Chino, que a mãe era macaense, atravessava a Praça de Londres à boa e correcta maneira portuguesa, ou seja aos saltinhos e corridinhas nos intervalos entre as viaturas auto, quando um tremendo chiar de pneus quase lhe arrancou os… tímpanos. E, lembre-se, nos anos cinquenta, um engarrafamento era a soma aritmética de sete Anglias, dois Morris e cinco Citröen arrastadeiras.
De dentro do Isetta viera um qualificativo numa voz feminina de decibéis ao alto: sua besta! O Chino, que se conseguira equilibrar - pois a secante que estivera iminente transformar-se em tangente, sabe-se lá por que bulas – rodopiou numa pirueta inqualificável e olhou de frente o carrinho e a sua condutora. A miniatura era isso mesmo, uma auto-miniatura. A motorista era uma brasa. Assim mesmo, sem tirar nem pôr.
Do alto da sua peanha, o sinaleiro apitou duas vezes e com as mãos enluvadas de branco, fez um gesto clássico, circulem, circulem. Não havia sangue, havia só - segue. A fim de esclarecer devidamente a ocorrência, a Senhora encostou na berma do passeio e saiu para falar com o Chico, que, como se devem recordar também era Chino.
Vinha furiosa, mas mais encantadora assim, pensou o quase atropelado. «Então que fazia o Senhor no meio da avenida?» «Atravessava, minha Senhora.» «Mas tinha uma zebra mesmo ali ao lado. E elas são novinhas em folha, por cá…» E eram. Os cidadãos ainda as olhavam de viés, seria que aquilo iria funcionar, na estranja parecia que sim, mas por cá?

Se a PIDE se metesse no caso, com os seus métodos persuasivos, por certo que a gentalha passaria a utilizá-las, ainda que com algumas suspeitas, há praí cada maluco. Mas, era imperioso que se mantivesse a ordem de que o regime tanto se orgulhava. E bem. A menina Ermelinda, apanhadora de malhas nas meias até comentara que certos sujeitos aceleravam quando entravam nos cruzamentos, afirmando que o faziam porque havia na cidade «cada doido que entrava a correr nos cruzamentos!»
Segue-se que o Chico, que também era conhecido por Chino porque a mãezinha etc., enfrentou denodada e corajosamente a boazona cujo chapelinho quase caía tal a veemência e o agitar da dona, tal a censura da cabeleira dela, que, por acaso, era bem bonita, loira – quiçá falsa, mas que lhe ficava lindamente, lá isso ficava – e a carinha tão cheia de raiva que nem o Tokalon disfarçava o encarnado da exaltação.
Ele, tirando o chapéu castanho com fita marron, esboçou uma vénia, melhor, uma inclinação do espinhaço e apresentou as suas desculpas a Vossa Excelência, minha Senhora. «Menina, senhor distraído, menina. Solteira.» acrescentou ela, ainda furiosa. E ele, voltando à escusa, mil perdões, mas o mal estava feito e dele nem resultara quaisquer danos materiais, muito menos pessoais.
E apresentou-se, Francisco da Costa Rodrigues, um criado às vossa ordens, 28 anos, serviço militar cumprido, fiel de armazém e dizem que bom rapaz E a menina…,faz-me o obséquio, qual é a sua graça? Estava desarmada. O moço rondaria o metro e setenta e tais, desempenado, cabelo castanho de risca ao lado, brilhantina q.b.,bonitaço e escanhoado.

«O senhor Rodrigues tem cá uma lábia… Não bastou ter-me quase atropelado o carro que alem do mais é pequenino e já está a tirar nabos da púcara»? Que não, que era apenas curiosidade, raras vezes se encontrava um menina tão bonita, para ele era a primeira em que tal acontecia, ainda que por culpa dele, sempre fora um tanto despassarado… «Pronto, senhor Rodrigues, não se fala mais nisso. Maria da Graça Silva, dactilógrafa.» «Posso solicitar-me que me informe onde?»
O sorriso dela afugentou umas nuvens carregadas que enegreciam o céu, já pingava até uma chuvinha molha-tolos. Que não, que era apenas uma pergunta carregada de boas intenções, mas… gostava de saber… No Ministério das Finanças…» E foi cada um à sua vida. Só que na sábado seguinte, à hora da saída, o Chico que também era conhecido por Chino, o resto já sabem, estava plantado na esquina do Terreiro do Paço, com um ramo de rosas atrás das costas.
Já basta de paleio. Ano e meio depois, após muito lago do Campo Grande, de frequentíssimo Jardim da Estrela, de entusiasmante Fonte Luminosa, casavam na igreja de São Sebastião e começaram um matrimónio longo, dois filhos e uma filha, primeiro entusiasmante, depois entediante. E intimidante. Quem mandava era a consorte, ele amochava, ganhara-lhe respeito. Mais precisamente, medo. O Chico – ela nunca o tratou por Chino, ora queriam lá ver, a sogra era o que era, poucas confianças com a madama, essa sim chinesa – pagava as contas e pronto.
E numa tarde em Odivelas onde tinham ido por uma massada de cherne com gambas, o restaurante era do Magalhães, amigalhaço desde a Escola N.º 127 em Campo de Ourique, o Francisco da Costa Rodrigues lembrou-se de morrer, utilizando para o efeito um ataque cardíaco fulminante. A Funerária Lisbonense, do Martins, também compincha, encarregou-se de o levar aos Prazeres, pois o casal morava na Ferreira Borges, no terceiro direito herdado da mãe dele e com renda dos anos 40. Corria já 2001, passara o século, as voltas que a vida dá.
Graça respeitou, fidelíssima, a viuvez encadernada a negro, vá lá, uns casaquinhos de lã sobre o cinzento-escuro tricotados por ela própria. E três anos depois, um AVC deixou os filhos numa orfandade comedida, já era tudo sénior, embora as lágrimas ainda não pagassem imposto. De novo, os Prazeres, aliás denominação um tanto estranha para uma colecção de campas e jazigos nada a condizer com ela.

Virtuosa, subiu num jacto ao céu. Onde, na terceira nuvem a contar da esquerda para quem sobe, estava repimpado lendo o Notícias Celestial, harpa ao lado, adivinham quem: o Chino. «Meu amor, meu querido, de novo estamos juntos. Para sempre.» E ele, levantando-se e ajeitando a túnica: «Alto lá, o padre Joaquim só disse que era até à morte…»
segunda-feira, março 29, 2010

SAUDADES DO COQUEIRO
Riqueza & Miséria
Antunes Ferreira
Um vendedor de cintos vem atrás de mim, Sir, do you want a very good belt? Digo-lhe que não, mas ele persiste, it’s real leather, please, Sir… Não vale a pena enxota-lo, pois há muitos outros mais que me oferecem porta-moedas, chapéus diversos também de puro cabedal, de pano e de mais materiais, e brinquedos de plástico, mais ou menos animados.A 18 de Junho, artéria principal de Pangim, está pejada deles. E de engraxadores.
E de mendigos, permanentes, uns deles aleijados. E de outros que dormem nas ruas. E de outros ainda que vendem jornais, saris e bugigangas coloridas. Enxames. Goa não tem só coisas boas... E mal seria que o ignorasse.Deixem-me que vos diga que o Milton tinha carradas de razão sobre o Paraíso Perdido. Por aqui não há só coisas boas... E mal seria que o ignorasse.
Não posso apenas sublinhar as coisas boas e positivas de Goa e da Índia. Há muitos milhões de seres humanos que se arrastam penosamente no meio de uma pobreza extrema. O sub-continente alberga uma parte substancial. Não se pode ignorar que o país tem qualquer coisa como um bilião e duzentos milhões de habitantes.
De resto, por ali as diferenças entre ricos e pobres (ia a escrever miseráveis, retraí-me, mas escrevo) são abissais.
. Como em outros lugares do Mundo, é certo, mas aqui as coisas fiam mais fino. Um dado a reter: na Índia, dizem, não se morre de fome. Ela reivindica ter sido a iniciadora da Revolução Verde. O Brasil diz o mesmo. Julgue quem o pode fazer. Nestas coisas, mais vale experimenta-lo que julga-lo, copyright o Luís Vaz.No Estado há homens mesmo muito ricos. Para não ir mais longe, cito apenas o Dempó e o Salgãocar. Donos das principais minas e de mais empresas, mas ambos têm inclusive equipas de futebol. Cuja importância, a par do cricket, é enorme. De resto, o chamado desporto rei, é sobretudo praticado no sul do país. E especialmente em Goa. Já uma vez o escrevi, vai para dois anos e picos, o Cristiano Ronaldo encabeça um cartaz publicitário nas estradas.
As barcaças que descem e sobem constantemente o Mandovi são de transporte do principal minério de ferro, o manganés, cuja exploração intensiva tem motivado protestos cada vez maiores dos agricultores e, também, doa ambientalistas. Porem, como é sabido, o dinheiro continua a ser a mola real da vida, com crise ou sem crise.

Elas cruzam-se com os casinos flutuantes que no rio estão estacionados. Sete. E que são igualmente um sinal de riqueza, a maior parte das vezes deitada fora...
Pela 18 de Junho, lá mais para o fim – para quem vem do largo da igreja principal com a sua escadaria do tipo da Sé de Braga – passado o Hotel Fidalgo, viro à direita para chegar ao Mercado da cidade. A artéria é praticamente toda ela comercial. Lojas as mais diversas e variadas, desde as que vendem caju, um dos principais produtos goeses, até às ourivesarias, passando pelas de lembranças diversas, pelos restaurantes, e por milhentas outras. Estou sozinho, a Raquel foi arranjar o cabelo e as unhas, num salão unisexo. Sinto-me nas minha sete quintas.
No entanto, o que me traz aqui é o Mercado. Igual a todos os mercados pelo Mundo espalhados – e muitos já conheci – mas que aqui é verdadeiramente policromo. Os saris das vendedoras de fruta, legumes, peixes, especiarias e outras vitualhas, são um espectáculo para os olhos de quem ali vem, como é o meu caso. Coloridos e garridos, lindos. Interessante é o facto de quase todas elas usarem o telemóvel com a maior naturalidade. Lojecas de tudo o que se pode imaginar rodeiam o centro.

Hoje, descubro um cidadão que dorme placidamente, estirado numa banca, ao pé dos chicus, das tangerinas, das uvas, das melancias, do jambulão, das maçãs, dos ananases, da batata-doce, do melão da terra, eu sei lá do que mais. Indiferente ao barulho que o rodeia, às conversas, ao regateio dos preços, é a imagem da bem-aventurança na terra. Não resisto e faço uma foto. Um soninho descansado, sem papão ou quejandos.
Os mobiles são em número impressionante. Toda aquela massa heteróclita os possui. Disse-me o Carminho Costa já muito citado – e com carradas de razão – que na Índia a média de aquisições dos telefones móveis é de quinze milhões por mês… De resto, nos jornais e nos cartazes citadinos e rodoviários pude ler Don’t spoil paper, use mobile.

Volto pela rua e vou até ao Sher-e-Punjab, restaurante hindu, cujo proprietário é um Sick, entre os intas e os entas, uma bela barriga, e com o seu impecável turbante e as barbas correspondentes. É o Shri Mandeep Singh. Ou seja, o Senhor Mandeep Leão, com quem travei conhecimento, pelas diversas refeições que se explica num português muito básico e arrevesado. Eu chegou com três anos para este terra bendita, logo sou goês.
Todos os Sicks são Singh, leões. Este é dono de vários restaurantes e do Hotel Aroma. Já esteve em Portugal, que considera o melhor país da Europa que conhece quase na totalidade. Sem favor, a sério, não é por o senhor ser português, senti-me em casa, acentua. Logo agradeço-lhe, Deu borem korum. E não lhe digo que penso que deve estar enganado. Um leão não se engana.
Ilustrações - de cima para baixo
1) Loja Lembrança (com ç e tudo...)
2) Rua 18 de Junho - mendigo
3)Vendedor de bugigangas
4) Um dos Casinos no Mandovi
5) Um soninho descansado
6)) Engraxador/sapateiro
(As fotos são do autor)
segunda-feira, fevereiro 01, 2010
GRAMMY AWARDS 2010
ELTON JOHN & LADY GAGA PERFORMANCE (1º"POKER FACE" DE LADY GAGA)
A melhor música de 2009 foi "POKER FACE" de LADY GAGA. Ao que estamos a chegar. Tanta música boa e é esta a música do ano?
Enfim..
terça-feira, janeiro 26, 2010
OH! QUE CENA, MÉNE!
É. Hoje aconteceu-me isso.
Jantei e tal, escarrapachei-me na " chaise-long " da sala, acompanhado pela minha excelça esposa e colocamos o filme a rolar.
Ambiente tranquilo, luzes apagadas porque este tipo de filme o pede e..e.. o filme começou a rolar. E tal e tal e..e..gaita! O filme é mesmo mau!
Bom, o filme de que falo é o " Poltergeist ".
Se viram este filme quando eram " chavalos ", como eu quando o filme saiu, deixo um conselho, não voltem a vê-lo. Guardem as memórias, de medo e tal e coiso, que o filme vos causou na altura.
Repito, não voltem a ver o filme.


