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sexta-feira, maio 28, 2010

HORA DO LOBO




Tenho que dormir. Tenho absolutamente que dormir.
Detesto ter que dormir. O ter é que me lixa.
Eu quero dormir, não quero ter que dormir.
Assim não consigo.
Nem sei as horas. Deve ser tarde. Ou não.

Não sei o que diga.
Tenho que dormir.
Mas não quero.
Porque o mundo vai continuar sem mim enquanto durmo, e eu quero estar aqui.

O sono é o ladrão das horas. Alguém vai morrer enquanto durmo, e eu vou ignorar esse facto.
Alguém vai nascer e eu não vou saber.
Alguém, nalgum lugar, vai precisar de mim mesmo não sabendo que aqui estou.
E eu quero estar desperta, mesmo sendo isso inútil.
Não me peçam para dormir.
Fiquem ao pé de mim e falemos de nadas.
Falemos daquela vez que encontrámos um rebuçado no bolso das calças e que soube tão bem porque não sabíamos que o tínhamos.
Ou de quando lemos aquele livro que, não sabemos como, era sobre nós.
Falemos de quando estávamos doentes e a nossa mãe nos trazia leite morno e banda desenhada ao quarto, e de como era bom dormir com os cobertores chegados ás costas.
Falemos.
Façamos.
Não me apetece dormir.







Que horas são?

terça-feira, maio 18, 2010

VIVER DESPENTEADA(O)








Decidi aproveitar a vida com mais intensidade.
O mundo é louco, definitivamente louco.
O que é bom, engorda. O que é lindo, é caro.
O sol que ilumina o teu rosto, enruga.
E o que é realmente bom nesta vida, despenteia...
- Fazer amor - despenteia.
- Nadar - despenteia
- Saltar - despenteia.
- Tirar a roupa - despenteia.
- Brincar - despenteia.
- Dançar - despenteia.
- Dormir - despenteia.
- Beijar com ardor - despenteia.

É a lei da vida: Vai estar sempre mais despenteada(o) a mulher ou o homem que decide andar na montanha russa, que decide subir...

Por isso, a minha recomendação a todas as mulheres e homens: entrega-te, come coisas boas, beija, abraça, dança, apaixona-te, relaxa, viaja, salta, dorme tarde, acorda cedo, corre, voa, canta, admira a paisagem, aproveita, e acima de tudo:
Deixa a vida despentear-te!!!!

O pior que pode acontecer é que precises de te pentear de novo...









*Recebido por email.

quinta-feira, dezembro 31, 2009

VENHA 2010!

segunda-feira, novembro 02, 2009

BOTA SENTIDO


A póbre cabrita qui bós bedes aqui na fote tebe ausenti pure unhes tempos porqui numa noiti de trubuáda ela apanhoue um tchoque nu aparelhu da dentuça e quasi, mas mêmo mêmo quasi foie desta pa pior ou milhori.
Mas cume nunhe foie desta pa pior ou milhori boltou a "botar sentido", pore isso ela bai cuntinuare.

Tende cuidadu cum as bentuinhas que tonhe nu cimu dus mountes, elas pur bezes ganhom tanta buza que mandom um home a buar cumu sa fosse uma bunéca insufalabél a quenhe arrancarom o pipu.

Tende cuidadu cum as télbisões. N`outro dia um sinhore lebou cum uma na mona proque unhe casale de pessoas estaba a discuntir e amandarom a télbisom p`la janéla à fóra.

Pure esta bez já tchega.

Bou-me..

Fuie-me.

sábado, julho 25, 2009

CEBOLA MOL - FNAC COLOMBO





A banda portuguesa " Cebola Mol ", reconhecida em todo o mundo como o melhor grupo musical dentro do estilo " Toma lá com esta, que não estavas a contar! " ou em inglês " Traque date uide date qui don`t estaves a contate! ", reconhecida também em diversos lugares deste grande planeta, cheio de indivíduos, pássaros e bicharada em geral, como " Anion Moile ", actuou e brilhou, como se calculava, na Fnac do Centro Comercial Colombo em Lisboa às dezoito horas e trinta minutos.
Foi um espectáculo, espectacular, dentro da sua obvia espectacularidade.
Proporcionaram cerca de 30 minutos, de concerto, fabulosos.


Não se limitaram a tocar os seus grandes exitos, como também tocaram músicas do seu novo albúm. Ainda houve tempo para o ensino da boa fungadela, memoravel.

Actuaram, também, às nove e meia da noite na Fnac Vasco da Gama.

Presumo que o Eduardo Madeira no espaço de tempo entre os concertos foi "apanhar" umas ondas enquanto fazia o alinhamento das músicas e comia uma chamuça, acompanhada por uma mini.
O Filipe Fonseca deve ter ido descontrair com uma espingarda de chumbos para a praia com a natural tentativa de acertar na mona do Eduardo Madeira umas boas chumbadas, enquanto comia uma metade de pastel de nata.

As próximas actuações, destes "monstrosgénios" da música portuguesa serão:

- Fnac Algarve a 8 de Agosto (hora a determinar)
- Fnac Almada a 11 de Setembro *1 (hora a determinar)
- Fnac Chiado a 15 de Setembro (às 18h30)

Aconselho a todos/das que se desloquem a pé ou até mesmo de joelhos até às aos concertos já agendados, pois poderão ganhar algo.. Pergunta-me: - " Algo, mas o quê? " e respondo-vos com franqueza, gentileza e simpatia: " ALGO! ".

Deixo-vos uns "clip`s ", para " aguçar o bico ", de uma das músicas hoje tocadas na Fnac Colombo.











AHAHAHAHAHAHAH!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Julgavam que iam ser clip`s diferentes?

Pfff...

Não! É para entrar bem nos ouvidos!

* 11 de Setembro foi escolhido propositadamente.
Claro que calculam porquê?



Ah.. Humm.


É que.. ah..


Os dois membros da banda " Cebola Mol " só têm oportunidade de se encontrarem nesse dia.

*resultado do Passatempo com prémio, que termina hoje já afixado!

segunda-feira, março 16, 2009

BOTA SENTIDO



Os cães nem sempre mijam na rua.
A cinza nem sempre cai no cinzeiro.
As cabras nem sempre fazem "mée".
A minha cadela mia quando se espreguiça. Isso preocupa-me.
Os dentistas nem sempre são maus.
Nem sempre há coisas para dizer.
Jogar ás damas é divertido. Mesmo que percamos com miúdos de 5 anos.
Por vezes a carne de porco sabe a vaca.
Ás vezes dói a barriguinha.
As salsichas de soja sabem MAAAAAAAAL.
Nem toda a gente sabe pintar.
Nem todos os carros são verdes.
Nem tudo o que luz é ouro. Ás vezes é lâmpada.
Se a vida te dá anões, faz construções.
Quem tudo quer, não é burro.
Entre marido e mulher, mete o que te apetecer.
Em casa de ferreiro, tudo porreiro (pá).
Em Abril, construção civil.
Indo eu, indo eu, a caminho de Viseu, encontrei um passarinho, que me cagou e me f...lixou.
Onde cabem cinco, cabem cinco.
Em casa onde não há pão, não vale a pena ter manteiga.
Diz-me com quem andas, dir-te-ei que não me interessa.
Há mar, há mar, há ir e afogar.
A galinha da vizinha é melhor que a vizinha.
A vozes loucas, XANAX com elas.
Ladrão que rouba ladrão é um bocado cagão.
Mais vale um pássaro na mão, do que dois a cagar.
Finalizando, vou andando, que esta vida é um putedo, senhor Alfredo!






Oh meu Deus, escrevi um palavrão...... Foda-se!





Dois! Merda!


Aaaargh, ca****.



Parou.

Silenciou.

Publicou.

Desligou.

quarta-feira, março 04, 2009

GANDA MISCELÂNEA




"Não vás por ai!", gritaram, mas de nada adiantou.
Ela queria falar de gays e gordos ou de um toino qualquer que andava sempre a cair e caia em precipícios, mas não eram precipícios normais eram poços de merda senhores. De merda! AHAHAHAHAHAHAH!
Ou então, por um vídeo de gatinhos fofinhos.





Mas não.
Eu queria escrever sobre a arte de bem amassar o pão.
E por um vídeo sobre padeiros.



Não chegamos a um consenso ainda..

Que fazer?

Humm..

Falemos de pássaros!

sábado, fevereiro 21, 2009

Freakshow

Por Andreia Vilhena

Ora benhe, isto também está no meu blogue, mas vozes do além (não, espera, é da cozinha) dizem-me que eu nunca escrevo aqui e que é suposto os colaboradores colaborarem e mais não sei quê, maneiras que com este post acho que me safo para os próximos seis meses.
(Ou é do além? ... Que horas são isto?!)

Capítulo 1

Fundiu-se-me uma lâmpada












A lâmpada do candeeiro fundiu-se-me.
Desenrosco-a, olho-a, guardo-a. Não vale de nada, mas vou precisar dela quando for comprar uma nova. Nunca me lembro do modelo das lâmpadas.
“Será das E14, menina?”
“Deve ser...”
Mas nunca é.
Enfim, o que importa é que se me fundiu a lâmpada do candeeiro do quarto. E eu não queria ainda ficar sem luz. E agora?
Acendia a luz do tecto? Não me pareceu. Luzes directas incomodam-me, são fortes demais.
Pedia à pessoa do outro lado da cama para acender o outro candeeiro? Não valia a pena. Estas lâmpadas são propositadamente fracas para iluminarem apenas os centímetros mais próximos sem incomodar o resto da cama e do mundo.
Quando se sofre de insónias, como eu, tem-se tudo pensado, porque há tempo para pensar em tudo.
Mas divago.
Dizia eu que se me fundiu a lâmpada do candeeiro e que não tenho lâmpadas extra.
Fui então buscar uma muito pequena vela.
Coloquei o candeeiro no chão e pus a vela no sítio dele.
Fiquei hipnotizada pela chama entre três a vinte e três minutos, e digo três a vinte e três porque coloquei a vela em frente ao relógio de pulso que tinha anteriormente tirado do, obviamente, pulso, e posto ao lado do, na altura, candeeiro, e portanto só conseguia ver o último dos quatro dígitos das horas, mas onde é que eu ia? Ah, ia na vela.
Fiquei então hipnotizada por tempo incerto. Uma muito pequena chama perfeita, recta e isolada no meio da absoluta escuridão é coisa que me hipnotiza sempre, embora nem sempre durante três a vinte e três minutos.
Devia experimentar mais vezes isto da vela.
Bem, mas alongo-me.

Apeteceu-me então escrever, mas num caderno de papel em vez de no Word. Acrescento que não sei da possível existência de cadernos que não sejam de papel e que por isso acrescentei “de papel” à denominação do caderno que queria, não pensem que sou estúpida. No entanto, se existissem, e eu soubesse, cadernos que não de papel, apetecer-me-ia escrever num deles, tenho a certeza, desde que, logicamente, fosse o dito caderno feito de um material possível de escrever.
Mas dizia eu, apeteceu-me escrever num caderno, por isso não me apeteceu ligar o portátil.
Por isso, esta chama não era suficiente.
Encontrei uma muito grande vela na cozinha. Será conveniente referir que me levantei da cama antes disso, não vá o leitor pensar que eu tenho a cama na cozinha, o que seria extremamente idiota e inestético embora exequível, não só porque eu possuo uma cozinha de tamanho considerável mas também porque faço o que me apetece. Adiante; não sei como, mas tinha uma muito grande vela na cozinha.
Em contrapartida, não encontrei mais nenhuma muito pequena vela.
Talvez a muito grande vela seja o resultado de uma fusão bizarra e clandestina das minhas mais de cem muito pequenas velas que tinham sido avistadas pela última vez dentro de uma caixa, da qual, na altura, retirei algumas que espalhei pela casa, porque, tal como referi, eu faço o que me apetece.
Ou talvez eu tenha tanto sono que julgo que não tenho sono nenhum.
Mas divago ainda...
Retornei ao quarto e acendi a muito grande vela ao lado da previamente acesa muito pequena vela no sítio onde antes habitava o meu candeeiro que, recordo, repousa agora no chão, e fiquei hipnotizada mais cinco a quinze minutos.
No entanto, reparo agora, demorei mais a descrever isto do que a fazê-lo. É o que dá ter a mania que sou escritora. Perdão, senhores.
Prossigamos, então, com isto.
A muito grande vela junto com a muito pequena semelhante, descobri, proporciona a mesma intensidade de luz que o meu desabilitado candeeiro.

Passarei pois, doravante, a desprezá-lo.
Desloquei-me novamente do quarto, desta vez para uma divisão que não sei que nome tem porque não é um quarto nem uma sala, mas também não é uma cozinha nem um wc, e procurei um caderno que não estivesse ainda pejado de delírios noctívagos da primeira à última folha.
A tarefa revelou-se difícil
Eu não sou uma “insomníaca” qualquer. Eu sou uma Senhora Insomníaca, e, descobri ao folhear alguns cadernos, especialmente delirante.
O puto do Sexto Sentido é um amador à minha beira. Eu não “vejo” pessoas mortas, eu jogo à sueca com elas. Pelo menos é o que diz uma entrada de dois mil e sete, e se diz eu acredito, até porque fui eu que escrevi e eu não ia mentir a mim própria.
Parece que ganhei três vezes.
Continuemos. Descobri também, ou melhor, relembrei, ainda durante o processo de folheanço, que tenho a particularidade raríssima de misturar delírios E aborrecimento num único e mesmo texto.
Algures em dois mil e oito usei seis páginas de um caderno A4 a descrever o acto de abrir um envelope.
Um ano antes, quatro páginas e meia foram gastas a reflectir sobre um corta-unhas.
Mas onde é que eu ia?
Ah, fundiu-se-me uma lâmpada, pois.
Ok, então fundiu-se-me a lâmpada e eu acendi uma vela e depois outra e depois apeteceu-me escrever. Estou então à procura de um caderno com espaço, é isso.
A caneta já está comigo, esqueci-me de referir. Peço imensa desculpa. Auto-flagear-me-ei quando for oportuno, prometo.
Bem, mas estou então à procura do caneto, perdão, do caderno, e eis que aparece um que está quase meio vazio. Ou pouco mais de meio cheio, se quiserem ser picuinhas, mas não querem, que se formos por aí eu também sei jogar esse jogo e envolver-vos-ei em divagações até à morte, perdão, ao tédio.
Que pode levar à morte. Nunca ouviram falar em morrer de tédio? Pois.

Mas dizia eu, encontrei o caderno, e levei-o comigo para o quarto, onde, como já referi, estavam a muito grande e a muito pequena velas acesas e, como referi que me tinha esquecido de referir, a caneta.
Que era uma Bic, azul. Quer dizer, ainda é, porque não me lembro de ter mudado de caneta desde que comecei a escrever; mas mesmo que por distracção tenha mudado, terá sido para uma caneta exactamente igual à anterior, pelo que não vos maçarei mais com este assunto.
Abro então o caderno quase meio vazio e preparo-me para escrever, quando reparo que, entre as folhas do dito caderno, estão folhas estranhas ao mesmo, e digo estranhas porque o papel era definitivamente diferente, escondidas.
Agarro portanto no caderno pelas argolas e sacudo-o em cima do edredão. Caem várias folhas dobradas em quatro, e eu soube que estavam dobradas em quatro antes de as desdobrar porque eu sei a espessura que tem uma folha dobrada em quatro.
Coloco momentaneamente o caderno de lado e pego numa das folhas ao acaso.
Desdobrei-a, li-a, e foi então que comecei a gritar.



segunda-feira, fevereiro 02, 2009

BOTA SENTIDO



Nem tudo é como queres que seja.
Acostuma-te.

A chuva não deixa de cair por lhe chamares nomes.
Ignora-a.

Nunca vais ser milionário/a.
Contenta-te.

Não vais conhecer o mundo inteiro.
Caga nisso.

Nunca vais foder aquela gaja.
Esquece.

Nunca vais jantar com aquele gajo.
Manda foder.




Vais ter sempre alguém que gosta de ti.
Aprecia isso.


Vai haver sempre quem te queira ouvir.
Ouve também.


Há sempre alguma coisa que fazes melhor que os outros.
Acredita.


Tens sempre qualidades inacreditáveis.
Usa-as.


És forte.
Aguenta.


És humano/a.
Vive!

sexta-feira, janeiro 30, 2009

sexta-feira, janeiro 23, 2009

OPEN POST

Desta vez sou eu, muahahahahahahah!
Pronto, já sabem, vale tudo.
ATÉ PONTAPÉS NOS T..!

;)



(eu sou mais permissiva. Love me more!!!!)

quinta-feira, janeiro 22, 2009

terça-feira, janeiro 20, 2009

segunda-feira, dezembro 22, 2008

BOTA SENTIDO



Coisas.
E tal.
Maneiras que.
Bom Natal, Bom Ano Novo, boas cenas no geral.
Passar bem. Tá bem?

Tenhequirindo.





Olha, digam-me coisas bonitas.




Fui

quarta-feira, dezembro 17, 2008

segunda-feira, dezembro 08, 2008

BOTA SENTIDO



Sabias que os pneus são feitos de nariz de cão?
Claro que são, é óbvio.

Eu tenho um mealheiro em forma de porquinho.
Eu sou original.

Como é que se sabe quando um cacto está morto?
Desfaz-se em pó?

Como é que cabem tantas pessoas dentro de uma televisão?

Ás vezes, ante de adormecer, ouço vozes.
Como assim "é o rádio"?

Era uma vez uma tomada.

Usada e abusada, decidiu imolar-se.

Estava farta de ser TOMADA por certa.

Get it? Hã? Hã??

(Não?!)



Prontes.

Já sabem aquela do puto que estava a comer um gelado quando encontrou uma amiga?

E diz-lhe ela: “Deixas-me chupar um bocadinho?”

E ele responde: “Tá bem mas só enquanto eu como o gelado.”



...


E depois há aquela do cão com três pernas que ia mijar e caiu.




...Desisto.


Se eu ouço mais uma vez aquele estrumfe a cantar “nothing sweet about meee-eee-eee-eee” viro o barco.

O mesmo vale para “Viva La Vita”. Tou a abisar.


Hoje comi uma bolacha. Foi mesmo totil.

Também mandei uma bufa.


Eu tenho uma caneca que diz “Hot Stuff”. Tu não tens. Shame on you.



Se eu fosse espanhuela, o meu nome era Consuela.

Se eu fosse italiana, o meu nome era Giovana.

Se eu fosse filipina, o meu nome era Gina.

Como sou portuguesa, chamo-me Andreia, prontes.









Afinal mandei duas.