segunda-feira, março 30, 2009

LEILÃO

Formato A4
Aguarela

A partir de.. Agora, esta pintura está aberta a licitações.
Não é imposto um valor mínimo.
Amanhã às 23h45 p.m. o leilão acaba e a pintura será enviada para quem "lançar" a maior licitação.
Para o envio, é necessário que enviem a morada para medinamoura@gmail.com, e será uma "entrega à cobrança".

Vamos a isto!

O LEILÃO TERMINOU.
O NOVO PROPRIETÁRIO DA PINTURA EM AGUARELA É :

ARMINDO GUIMARÃES

(peço que me envie a morada para onde devo enviar para o e-mail medinamoura@gmail.com)

BOTA SENTIDO


Não escolhas as urgências do Hospital Santo António, parece que entras no terceiro mundo.

Dá um passeio de helicopetero.

Vê os Simpsons, sempre.

Se tencionas largar os preservativos, devido ao que disse o Papa Bento XVI.. ah.. humm.. aproveita e vai-te injectando com agulhas usadas e brinca com toda a merda que encontrares. Resumindo, tás numas de quinares.

Ao pedido de arquivamento do caso Freeport.

À campanha eleitoral, camuflada, que estão a fazer.

Não deixes de dizer que estás chateado, quando realmente estás.

Manda cartas.

Passa um dia a dizer "bom dia" a toda a gente.

Diz "agradecido", para não seres "obrigado" a fazer o que não queres.

Curte-te.

sexta-feira, março 27, 2009

POST ABERTO

ESPAÇO ABERTO!

VALE TUDO!

MENOS PONTAPÉS NOS T..! :)
Alguém decifra isto?
A RESPOSTA deverá ser dada no Sorumbático. Como sempre, se o vencedor for leitor do Cuaoléu, já sabe que receberá um prémio adicional.

quinta-feira, março 26, 2009

É que se calhar ..

"Ai e mai num sei quê."
Ai? E mai num sei o quê?
Porquê?
Se pensas que é com um "ai e mai num sei o quê" que resolves alguma coisa, é melhor esperares sentado. Sim, sentadinho. E de preferência numa boa cadeira, para não ficares com o rabo quadrado.
Ou achas mesmo que com o teu "ai e mai num sei o quê" que resolves as atrocidades que por ai vez?
É que estou-te mesmo a ver a gritar: "Ai e mai num sei o quê" e os hospitais passam a ter as condições mínimas para tratar os pacientes. Dá-lhes uma epifania, aos tachistas do ministério da saúde e de repente começam a agir humanamente. É? Ou quando vez um palerma no transito a limpar o vidro do carro com jornais e a atirá-los para o chão. Dizes: " Ai e mai num sei o quê" e acende-se uma luzinha na cabeça desse palerma, ele anda dois passos e deita no contentor. É? Vês um energumeno a bater numa criança, voltas a berrar: "Ai e mai num sei o quê" e ele para e não volta a repetir. Também é?

No fundo, todos dizem: "Ai e mai num sei o quê" à espera que tudo se resolva.
"Fazer alguma coisa? Hei pá! Não vale a pena. É só chatices e não dá em nada.".

Pensam todos assim e o planeta gira, os pássaros cantam e o país vai girando, também, para um buraco que não vai interessar a ninguém ter o trabalho de lá tirá-lo.

Deixemo-nos dos "Ai e mai num sei o quê".

TEMPO PARA MÚSICA



A FINE FRENZY - " YOU PICKED ME "

quarta-feira, março 25, 2009

Jogo do Galo - Curiosidade

Como pode haver alguém que ainda não saiba, aqui fica uma curiosidade:
Se o 1.º jogador colocar o seu símbolo numa das 4 casas dos cantos (1, 3, 7 ou 9), o 2.º jogador só tem algumas hipóteses (mesmo assim, apenas de empatar) se responder na casa do centro (a 5).
Caso contrário, o 1.º jogador (desde que tenha alguma atenção) ganha sempre.
Actualização: ver o jogo que decorreu no Sorumbático [AQUI], em que o 2.º jogador consegue forçar um empate contra um adversário que começa na posição vantajosa da casa 1.

terça-feira, março 24, 2009

Mapa do metro de Lisboa traduzido (!?)


Gentilmente enviado pelo amigo Antunes Ferreira

(clicar sobre a imagem para ampliar)

domingo, março 22, 2009

PORTUGAL DENTRO DE ...


Num estado catatonico, quase, ergueu-se!
Algo ou alguém lhe tocou no ponto certo.
Milagroso, quase, ergueu-se!
Olhos há anos cerrados, quais cadeados, abriram-se.
Estupefacto, quase, ergueu-se!
As pernas pareciam carregadas, presas, mexeram-se.
Sorriso, quase, ergueu-se!
Levantou o pesado corpo, de pé, caminhou.
Bocejo, quase, ergueu-se!
Recuperou o fôlego, deitou fora o catarro milenar.
Gritou, quase, ergueu-se!
Gentilmente ordenou a saída dos esfomeados.
Estava erguido!

sábado, março 21, 2009

Quem é capaz de decifrar isto?
Ao primeiro leitor que apresentar a decifração completa desta charada será atribuído, como prémio, um livro policial. Evidentemente, terá de explicar, também, todos os passos que deu.
A resposta deverá ser dada no Sorumbático, havendo, como sempre, um prémio adicional se o vencedor for leitor do Cuaoléu.

sexta-feira, março 20, 2009

POST ABERTO

ESPAÇO ABERTO!

VALE TUDO!

MENOS PONTAPÉS NOS T..! :)

quinta-feira, março 19, 2009

DIA DO PAI


É difícil escrevermos sobre uma pessoa em que nos revemos em tudo, mas vou tentar.
O meu pai é o meu melhor amigo.
É dos seres humanos mais humano que conheço.
Tem um profundíssimo amor pela VIDA!
Sempre que conversamos aprendo algo novo, sempre! É um sábio e ele sabe-o.
É uma pessoa cativante. O leque de amigos é vasto. Tem o dom de cativar as pessoas independentemente da sua idade, através da sua forma honesta, terra-a-terra, humorística, séria, relaxada e um sem fim de formas de estar.
Sabe e quer sempre saber mais.
É das pessoas que dá mesmo a roupa do corpo se alguém lhe pedir.
É..é o Quico! O Sr.Alberto! O Dr.Medina! O Sr.Moura! O Mestre! O Quicómetro! O meu balhote!
É GRANDE, mede um metro e sessenta e nunca conheci ninguém tão GRANDE como ele.

Se um dia eu conseguir ser metade do Ser Humano que ele é, fico muitíssimo feliz!

Meu pai,
és o meu melhor amigo. Partilhamos tudo. Somos unha e carne. Sou um dos teus frutos e tenho o maior dos orgulhos nisso. A minha gratidão para contigo será infinita, pela forma como me educaste, por tudo o que me ensinaste, por me teres apoiado sempre, incondicionalmente em todas as fases boas e más da minha vida.
Pai! És o PAI dos pais!

Amo-te muito!

Um enormíssimo abraço e beijo do teu filho,

Bernardo

quarta-feira, março 18, 2009

Quem é capaz de decifrar isto?
Ao primeiro leitor que apresentar a decifração completa desta charada será atribuído, como prémio, um livro policial. Evidentemente, terá de explicar, também (tim-tim por tim-tim...), todos os passos que deu.
A resposta deverá ser dada no Sorumbático, havendo, como sempre, um prémio adicional se o vencedor for leitor do Cuaoléu.

terça-feira, março 17, 2009

O Sorumbático deve comemorar hoje a visita n.º 750.000. Assim, sugere-se a quem se deparar com esse número (no respectivo sitemeter) que faça o print-screen e o envie, juntamente com morada, para sorumbatico@iol.pt. No caso de se tratar de um leitor do Cuaoléu, já sabe que receberá um prémio adicional.

segunda-feira, março 16, 2009

BOTA SENTIDO



Os cães nem sempre mijam na rua.
A cinza nem sempre cai no cinzeiro.
As cabras nem sempre fazem "mée".
A minha cadela mia quando se espreguiça. Isso preocupa-me.
Os dentistas nem sempre são maus.
Nem sempre há coisas para dizer.
Jogar ás damas é divertido. Mesmo que percamos com miúdos de 5 anos.
Por vezes a carne de porco sabe a vaca.
Ás vezes dói a barriguinha.
As salsichas de soja sabem MAAAAAAAAL.
Nem toda a gente sabe pintar.
Nem todos os carros são verdes.
Nem tudo o que luz é ouro. Ás vezes é lâmpada.
Se a vida te dá anões, faz construções.
Quem tudo quer, não é burro.
Entre marido e mulher, mete o que te apetecer.
Em casa de ferreiro, tudo porreiro (pá).
Em Abril, construção civil.
Indo eu, indo eu, a caminho de Viseu, encontrei um passarinho, que me cagou e me f...lixou.
Onde cabem cinco, cabem cinco.
Em casa onde não há pão, não vale a pena ter manteiga.
Diz-me com quem andas, dir-te-ei que não me interessa.
Há mar, há mar, há ir e afogar.
A galinha da vizinha é melhor que a vizinha.
A vozes loucas, XANAX com elas.
Ladrão que rouba ladrão é um bocado cagão.
Mais vale um pássaro na mão, do que dois a cagar.
Finalizando, vou andando, que esta vida é um putedo, senhor Alfredo!






Oh meu Deus, escrevi um palavrão...... Foda-se!





Dois! Merda!


Aaaargh, ca****.



Parou.

Silenciou.

Publicou.

Desligou.

domingo, março 15, 2009

Quanto indica a balança? Passatempo com prémios

Termina às 20h de 16 Mar 09 - Ver [AQUI].

Se o vencedor for leitor do Cuaoléu, já sabe que terá direito a um prémio adicional.



SALADA DO DIA

Um violino na cama

Antunes Ferreira
… que,
a bem dizer, ele nem era violinista. Arranhava as cordas do instrumento que, em certos momentos, protestava, com chiadeira pior do que dobradiça enferrujada. Em tais alturas, o arco só não disparava flechas porque não as tinha. Sebastião Mesquita, o que era – era bancário, numa agência no Conde Redondo. Porém, o seu hobby era a rabeca.

Coisa interessante: «A Rabeca» era um jornal de Portalegre, terra dos seus avós, onde até colaborara o José Régio. Mas que, pelos vistos, nada tinha a ver com as pautas, as claves e as semifusas. A música do periódico era outra. Não é que tivesse sido leitor habitual. Mas, recordava-se do velho Aníbal Mesquita recordando episódios de que a Censura permitira a publicação em letra de forma.

Adiante. Há um ano, promovido a gerente, fora colocado na Morais Soares. Má altura, já se navegava na crise, chegavam da Wall Street notícias preocupantes, o seu banco – seu, é forma de dizer, de uma gente naturalmente endinheirada e naturalmente complicada – estava a passar um péssimo bocado, mau era insuficiente, com os fiscalizadores à perna e os clientes em alvoroço.
Na agência, era ele quem pagava as favas. As pessoas, exaltadas, furiosas e, sobretudo receosas pelo futuro, descarregavam sobre os ombros do gerente, ou seja, ele, tudo o que lhes traziam as preocupações, para dizer a verdade, os medos. Bem se afadigava em explicações do que era inexplicável, bem tentava passar-lhe justificações – que não justificavam nada. Uma lástima.

Solteiro desde que viera ao Mundo, filho único, perdidos os pais uns anos atrás, não tinha ombro onde chorar as mágoas, sequer mesmo só para se encostar. Duas namoradas tinham ido à vida, uma descobrira que não gostava mesmo nada de violino, qualquer que fosse. Ao fim de quase seis anos, fora demasiado. A outra que se lhe seguira – pior. Ia a casa dela de quando em vez, para uma que outra bebida e pouco mais. Um dia, a empregadita abrira-lhe a porta e em pânico dissera-lhe que a menina não estava.

Mas estava. Descobrira-a na cama, lençóis pelo chão, um emaranhado de pernas, seios e pelos, com outra. Isso mesmo, outra. Se tivesse sido um, ainda poderia ter compreendido. Uma, é que era lixado.Recolhera a armação córnea indevida, que teimava em erguer-se, e recolhera a penates, jurando nunca mais se meter em tais trotes. Para mulheres, já lhe chegava. E como não tinha inclinação para os homens, fechara o postigo.

Restava-lhe o violino. Que, apesar das agressões de manuseio de que era vítima, pelo menos, nunca o atraiçoara, não era então que o iria fazer. Refugiara-se na caixa de ressonância, dedicara-se às cordas, acariciara o arco. No fundo, reconhecera que o amava, mais do que a outra coisa ou pessoa. Não era um querer platónico. Tocava-o, tocava-lhe e ele não protestava, sempre submisso, sempre à sua disposição, sempre empolgante. Adormecia, mesmo, com ele ao lado, estático, mas pronto a reagir a qualquer carícia musical.

Uns quantos meses idos, entrou-lhe um senhor de aspecto modesto, mas arranjado e simpático, na agência. A subgerente, que estava ao balcão, depois de ter trocado umas palavras com ele, chegou-se à secretária do Sebastião, ó Mesquita, o homem era canteiro, agora dono de um estaleiro em Pêro Pinheiro e quer um empréstimo. Tem gente que o abona. Leninha, tu sabes, isto está mau para crédito, ainda por cima pessoais. Mas, vamos lá ver o que o sujeito pretende exactamente.

Alongou-se a conversa - entre Senhor Fernandes e sente-se, vamos tentar arranjar-lhe alguma coisa. Senhor doutor, é a vida que me salva, a minha e a da família, cinco filhos ainda ganapos, o Senhor deve saber. Sebastião não lhe disse que não tinha descendentes, muito menos mulher, nem se referiu ao violino. O importante era ajudar o senhor Victor Fernandes a salvar-se e ao aglomerado familiar.

Passava na rua um funeral, a carreta carregada de doirados e do morto, coroas de flores, ramos envolvidos em papel de prata, fitas e laços a condizer. Não gosto, não vou nem a velórios. Mas o senhor doutor já se deve ter habituado a isto, é o caminho para o Alto de São João, até cremações lá fazem. Que sim, que se habituara, que nem era bom pensar, mas que ele, Mesquita, não ia nessas coisas. E não tinha jazigo. Para debaixo da terra, senhor Fernandes, para debaixo dos torrões.

Senhor doutor, que raio de conversa que eu havia de puxar. E, olhando à volta, para ver se a subgerente já se tinha afastado, o senhor doutor desculpe, mas é uma treta fodida. Pensemos noutras coisa mais positiva e menos arrepiante. Olha para o que me havia de dar. Se por acaso precisar de um pesa papeis em mármore de Estremoz, de uma fruteira em lioz branco, tenho muito prazer em ser-lhe prestável. E o crédito já a caminho, em bom ritmo.

Passados uns tempos, o senhor Victor ditava ao seu canteiro mais habilidoso os dizeres de uma lápide funerária. Em pouco mais de seis semanas, Sebastião Mesquita apagara-se.
Fora-se o amigo violino, depois do bancário ter tropeçado num cancro no pâncreas. Carcinoma ou algo assim, arrevesado, lhe comunicara o especialista no IPO, quando o senhor Fernandes lá o fora visitar, estava já nas últimas. Doença maldita, filha da puta.

Ó patrão, como é que se escreve esta porra estradivários? Joaquim, toma atenção, que o senhor doutor, paz à sua alma, bem a merece. É Stradivarius. S-t-r...

(Também publicado em http://aminhatravessadoferreira.blogspot.com/ e http://splish-splash.blogspot.com/)

És forte?

Vivemos muitas vezes situações que nos deixam em "baixo".
Aos olhos dos outros, muitas vezes, parece que estamos a pedir atenção, que estamos egoístas e um sem fim de estadios que podem fazer com que as pessoas achem que estamos menos mal do que realmente é. Todos estes estadios são penosos e só cada um é que sabe pelo que passa.
Uma das defesas das pessoas, que se sentem em "baixo" é pensar na sorte que têm, fazendo comparações com outros indivíduos, que se encontram em situações bastante mais penosas. Uma forma de egoísmo, esta? Talvez um pouco. Ou não. Vivemos baseados em comparações.
O vídeo que se segue mostra a força da VIDA. A vontade e capacidade de um individuo não se deixar estar em "baixo".

sábado, março 14, 2009

sexta-feira, março 13, 2009

POST ABERTO



ESPAÇO ABERTO!

VALE TUDO!

MENOS PONTAPÉS NOS T..! :)